2011-11-11

os livros para o concurso: secundário - 1.ª fase

Continuamos a apresentar as capas dos livros indicados para a primeira fase do Concurso Nacional de Leitura. Acrescentamos alguma informação sobre as obras encontrada nos sites das editoras ou noutros sites que indicamos.   




Escrito e Publicado em 73, Ngunga é uma história bonita, com uma função didáctica.
O jovem de carácter determinado, recto, que segue o percurso de outros "pioneiros" com a guerrilha do MPLA e se faz homem aprendendo a pensar pela sua cabeça.
A obra é também uma obra de história que descreve os percursos pelo interior do país dando a imagem dos ideais políticos do movimento ao qual Pepetela pertencia indo à história das tradições de Angola que o autor retrata e critica, como no exemplo da jovem Wassamba, que se apaixona por Ngunga num amor impossível...Wassamba era uma das mulheres do Soba.


  http://www.portaldaliteratura.com/livros.php?livro=3592#ixzz1dQJJDvvI


 



















 
Mario Jiménez, jovem pescador, decide abandonar o seu ofício para se converter em carteiro da Ilha Negra, onde a única pessoa que recebe e envia correspondência é o poeta Pablo Neruda. Mario admira Neruda e espera pacientemente que algum dia o poeta lhe dedique um livro ou aconteça mais do que uma brevíssima troca de palavras ou o gesto ritual da gorjeta. O seu desejo ver-se-á finalmente realizado e entre os dois vai estabelecer-se uma relação muito peculiar. No entanto, a conturbada atmosfera que se vive no Chile daquela época precipitará um dramático desenlace…

os livros para o concurso 3. º ciclo - 1.ª fase

Apresentamos as capas dos livros indicados para a primeira fase do Concurso Nacional de Leitura. Acrescentamos alguma informação sobre as obras encontrada nos sites das editoras ou noutros sites que indicamos.


O Fogo e as Cinzas, publicado em 1951, é um dos mais significativos livros de contos da moderna literatura portuguesa, onde a arte de Manuel da Fonseca atinge a perfeita maturidade, revelando-se então um escritor de tendência regionalista e de funda preocupação humana, que retrata a vida pobre dos trabalhadores rurais das planícies alentejanas, dando especial realce à sua luta contra a injustiça. Os contos são acerca de um Alentejo dos anos 40 e 50, rústico e em decomposição. Eles nos falam das gentes de uma terra maravilhosa mas pobre: esse Alentejo de há muitas décadas, que assistia aos primeiros passos de um progresso lento


Na família Diogo cada vez mais se desenhava diferença de atitude em relação a Carnaval da Vitória. Os dois miúdos tratavam o porco como membro da família. Limpavam o cocó dele, davam-lhe banho e, todos os dias, passavam nas traseiras do hotel a recolher dos contentores pitéus variados com que o bicho se jiboiavam.







 




O livro conta a história de Robinson Crusoe um homem que, em meados do século XVIII, se dirigia à América do Sul, mas o barco em que seguia naufragou ficando a viver numa ilha deserta e passado algum tempo encontrou um índio ao qual chamou de Sexta Feira (Vendredi). Depois de a chegada de um barco sexta feira foge neste e aparece domingo.

2011-11-10

Concurso Nacional de Leitura 2012

O Concurso Nacional de Leitura está aberto.  
Até ao dia 16 de dezembro de 2011, no balcão da biblioteca, os alunos do ensino básico e do ensino secundário desta escola podem inscrever-se para a primeira fase. do concurso.
As obras foram selecionadas pelos professores de português e, para o ensino básico, os alunos deverão escolher uma das seguintes obras:
   Os contos «O Largo» e «Sempre é uma Companhia», in O Fogo e as Cinzas, de Manuel da Fonseca
  Quem me dera ser Onda, de Manuel Rui
  Sexta-feira ou a Vida Selvagem, de Michel Tournier

para o ensino secundário, os alunos deverão escolher duas das seguintes obras:
As Aventuras de Ngunga, de Pepetela
Eles não sabem que eu sonho…Um jovem poeta no país da Ciência, de Carlos Café  
O Carteiro de Pablo Neruda, de Antonio Skármeta.

Na biblioteca há espaço e professores para esclarecer dúvidas sobre as obras. As provas realizam-se no dia 5 de janeiro.


2011-11-05

Ruy Belo



nos 50 anos de Aquele Grande Rio Eufrates (1961)

texto e imagens de Ruy Belo
voz: Elisabete Caramelo
edição da Fundação Calouste Gulbenkian

2011-10-30

Dia da Biblioteca Escolar



International Association of School Librarianship – IASL-  proclamou o mês de outubro como sendo das Bibliotecas Escolares.  Bibliotecas do mundo inteiro uniram-se, este ano, à volta do tema: Biblioteca Escolar. Saber. Poder para a Vida.
Vinte e quatro foi o dia que a Rede de Bibliotecas Escolares elegeu para que de norte a sul se festejassem as bibliotecas. Assim, construímos momentos, a nível de escola, em que professores e alunos (re)afirmaram o valor da biblioteca escolar: partilhámos livros e leituras em todas as turmas do ensino diurno e noturno; os alunos do  7.º ano vieram à biblioteca para escolherem livros para ler; criaram-se artísticos marcadores de livros; alunos olharam a biblioteca através da objetiva – exposição fotográfica; escreveram-se frases  e poemas … 

Vou à Biblioteca ler

Aquele livro vou ler
Aquele livro vou contar
Mais sabedoria vou ter
E ao meu amigo vou ensinar.
Ler um bom livro para todo o mundo ouvir
Ler um bom livro para refletir,
Ler um bom livro e partilhar
Ler um bom livro e sorrisos espalhar.
E quando este acabar,
Mais à Biblioteca vou requisitar.
Viajar pela leitura,
Pensar nesta nova aventura,
Viajar sem direção,
Com este livro na mão.
Que boa é a leitura
É algo que dura
Na amargura e na loucura
E que por vezes se torna na cura.
A Biblioteca é inesgotável,
E cada livro inacreditável.
Ler um livro é como saborear
Um chocolate devagar,
É uma fonte de energia
Que nos dá muita alegria.
Ler é a arte do saber
Ler é aprender.


Sara Serrano Sobral , nº 21, 11.º B

2011-10-20

Ruy Belo colóquio


Há nos silvos que as manhãs me trazem
chaminés que se desmoronam:
são a infância e a praia os sonhos de partida


Celebrando o cinquentenário da publicação de Aquele Grande Rio Eufrates (1961), a Fundação Gulbenkian organiza, nos dias 3 e 4 de novembro, «um colóquio destinado a homenagear a obra de um dos poetas centrais da segunda metade do século XX. Aberto a estudiosos da obra de Ruy Belo, mas também a especialistas da poesia portuguesa do século XX e da teoria e crítica literárias, este encontro pretende pôr em relevo os múltiplos problemas que a sua poesia coloca, os universos de referência e o seu lugar no panorama da poesia contemporânea.» Mais informação aqui.
Para ouuvir um poema de Ruy Belo neste blogue basta clicar