2018-10-31

#Eu♥BE



Obrigado, 8.ºB.

PORDATA

Concluímos esta semana a formação sobre a base de dados Pordata levada a cabo pela Fundação Francisco Manuel dos Santos e destinada aos nossos alunos do 10.ºano dos cursos de Línguas e Humanidades e de Ciências Sócio-económicas.
Esta parceria, já antiga, com a Fundação, em coordenação com a Rede das Bibliotecas Escolares, permite aos nossos alunos tomar conhecimento com uma importante ferramenta para os seus estudos e acrescentar valor às suas possibilidades de desempenho.



2018-10-22

dia das bibliotecas escolares

Padre António Vieira no dia da biblioteca escolar


Hoje 22, recebemos a professora Aida Sampaio Lemos, supervisora linguística da obra completa do Padre António Vieira, para uma sessão sobre aquele Autor destinada aos alunos de Português do 11.ºano (turmas LH2, LH3 e CT3). Uma exposição sobre a vida e a obra desta grande figura da literatura portuguesa está patente no átrio da biblioteca. Na sala de leitura, pode ser consultada a sua obra completa.

Saramago: 20 anos do Prémio Nobel



Na biblioteca expomos obras de José Saramago do nosso fundo documental. Lembramos, assim, os 20 anos da atribuição do Prémio Nobel da Literatura ao escritor, falecido em 2010. Na biblioteca, temos obras dos diversos géneros literários praticados pelo autor que virou ao contrário o verso de Camões: “Onde a terra acaba e o mar começa” quando escreveu, referindo-se à chegada marítima a Lisboa, no início de O ano da morte de Ricardo Reis: «Aqui o mar acaba e a terra principia».

2018-10-01

Apresentação da biblioteca

Como vem sendo prática, até meados deste mês, apresentamos a biblioteca aos alunos que iniciam na escola um novo ciclo de estudos, neste caso, os que frequentam as turmas do 8.º e do 10.º ano.   
Procuramos, em sessões de 45 minutos, dar uma ideia do modo como a biblioteca pode ser um importante serviço aos alunos da escola, seja através da consulta do nosso fundo documental, seja na utilização da Internet, seja, ainda, na descoberta de grandes autores e de grandes obras. Mas também mostrar um espaço de lazer que se pode fruir na escola.

2018-09-10

2018/2019


Iniciamos o ano letivo.
Em breve, daremos notícias sobre as nossas atividades.
Para já, convidamos-vos a ler os trabalhos realizados, no ano passado, por alunos de Sociologia, que inserimos aqui ao lado (Trabalhos dos Alunos). Para além do interesse dos assuntos tratados, e da qualidade das abordagens reforçada pela utilização de bases de dados eletrónicas de referência (como a Pordata), não queremos deixar de evidenciar o uso do guião do trabalho escolar disponível na página do Agrupamento.
E não queremos deixar de vos dizer que já cá estamos, na biblioteca, à vossa espera. 

2018-07-30

Férias de Verão



Pleno verão. No nosso jardim, o verde é assim. Algum problema com uma das bétulas que não está a aguentar  um crescimento repentino e o tronco está a ceder.
Neste final de ano letivo, registamos, entre os nossos balanços, o aumento em 4% do empréstimo domiciliário, o que é um bom resultado para o qual contribuiu o empréstimo de muitos dos livros do projeto de leitura de Português que temos no nosso fundo documental. Descansemos um pouco.   Boas férias.

2018-07-19

à boleia da língua



Durante esta semana, a biblioteca está a ser o espaço utilizado para a atividade Conversas à boleia da língua.  «Estas “conversas” decorrem à volta de temáticas relevantes e propostas de práticas pedagógicas, no âmbito do ensino do Português, no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Embora a iniciativa se direcione aos professores do 1.º Ciclo, estão convidados a participar os professores de outros níveis e ciclos de ensino do Agrupamento, a fim de promover “outros olhares” sobre o ensino do Português nos primeiros anos de escolaridade.»
Nas imagens, momentos da sessão de terça-feira, dia 17,  sobre Leitura, que teve como convidada a Professora Maria Encarnação Silva, da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa.

2018-06-17

Do bem comum - textos de Português

Concluímos com este, a série de textos produzidos por alunos do 12.º ano na disciplina de Português. Todos os sete textos que publicamos merecem ser lidos, refletidos e usados como matéria para debate. Os textos, todos eles, são exemplo de práticas de desenvolvimento de competências que  integram o perfil dos alunos à saída do secundário, neste caso, do desenvolvimento do pensamento crítico e do pensamento criativo.


Os interesses individuais e/ou os interesses coletivos?

Algumas pessoas consideram que o melhor da vida é a autorrealização, alcançar os objetivos pessoais e profissionais, porém outras pessoas consideram que os interesses comuns à sociedade devem sobrepor-se aos interesses individuais. Em meu entender, deve haver um equilíbrio entre a luta por uma vida melhor e a luta pelo bem comum.
Na minha opinião, se cada um realizar o seu papel na sociedade acaba por contribuir, por um lado, para os seus interesses pessoais e, por outro lado, para os interesses da sociedade. Considero que o essencial para conciliar estas duas perspetivas é a honestidade. Se todas as pessoas forem honestas, realizarem o seu trabalho sem necessidade de prejudicar os outros para chegarem a cargos mais elevados e assim receberem um maior ordenado, estarão a trabalhar em prol de si mesmos sem nunca afetar negativamente os outros.
Para além disso, considero também que se uma pessoa se sentir autorrealizada e tiver um emprego de que gosta, conseguirá mais facilmente contribuir para o bem comum. Reformulando, uma pessoa feliz com a sua própria vida terá maior disponibilidade para ajudar os outros a autorrealizarem-se e a atingirem uma vida melhor. Por exemplo, se duas pessoas que trabalham na mesma empresa não competirem entre si e entreajudarem-se terão certamente mais benefícios pessoais, serão mais felizes e a própria empresa também sairá beneficiada porque a cooperação e a felicidade aumentam a produtividade, o que contribui para a sociedade em geral.
Em suma, não só estas duas perspetivas se podem conciliar na sociedade atual, como os nossos interesses pessoais estão profundamente associados aos interesses coletivos. Deste modo, se houver honestidade e vontade, considero que é possível arranjar um equilíbrio em que não sejamos só nós os beneficiados, mas também os outros que nos rodeiam e a sociedade em geral.

Ana Oliveira – 12.ºCT1